Tamagotchi embalagens com aparelhos
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Tamagotchi: 30 anos do bichinho virtual

Tamagotchi é um brinquedo japonês que simula um pet virtual que virou ícone de tecnologia e nostalgia de jovens e adultos.

Tamagotchi ou como ficou conhecido de forma popular bichinho virtual encantou crianças e adultos nos anos 90.

Quem era criança, adolescente ou jovem adulto nessa época provavelmente se lembrará da febre de ter que cuidar de um pet digital. Era impossível não ter tido pelo menos um amigo, vizinho ou familiar que tinha um.

De repente, todo mundo tinha um apitando no bolso. Se esquecesse de alimentar ele morria. Tinha que dar carinho, comida e atenção.

De forma nostálgica, este brinquedo icônico está de volta por conta do aniversário de 30 anos de seu lançamento. O tamagotchi é um brinquedo nascido no Japão e esteve de volta para a lista dos mais desejados de presente de Natal em 2025. A informação foi divulgada pela Japan Toy Association.

Apesar do número de crianças ser cada vez menor no país, o número de venda de brinquedos tem tido alta nos últimos cinco anos. No Japão 40% das pessoas que compram o tamagotchi são adultos levados pelo sentimento de nostalgia.

Tamagotchi

Tamagotchi, o bichinho virtual

O tamagotchi é da empresa japonesa Bandai e foi lançada no finalzinho de 1996. Aquele ano ele se tornou o preferido de adolescentes meninas e vendeu que nem água no mundo todo.

As reportagens da época mostram as lojas abarrotadas de pessoas comprando o pet virtual japonês. Filas na frente antes de abrir e todo frenesi de quando um produto estoura. Foi uma febre sem precedentes e saiu do Japão indo parar em outros países depois em uma época em que vendas online não era possível.

Bichinho virtual tamagotchi
Créditos imagem: Bandai Japan. Modelo clássico

Design e simplicidade

Seu estilo minimalista em um produto simples de formato oval com apenas 3 botões e uma pequena tela mostrava pixels que recriavam o formato de um pet de estimação alienígena conquistou o coração de muitas pessoas.

Além disso, seu tamanho que podia ser levado para lá e para cá como um chaveiro para entreter nas horas vagas com mobilidade era inovador.

Além disso, ensinava senso de responsabilidade, pois precisava cumprir tarefas, simulando cuidados de um animal de estimação.

Estas características tem relação com sua origem como entenderemos mais para frente no artigo.

O design clássico era de um ovo, mas na cola do sucesso da Bandai vierem outros tipos fabricados por outras empresas ou mesmo pirateados que simulavam outros pets.

Era tanta a demanda, que a própria Bandai não conseguia suprir o mercado enlouquecido por um pet virtual.

Tamagotchi embalagens com aparelhos

O bichinho demandava atenção. Seu cocô precisava ser limpo da tela, tomar banho, comer em horários específicos, desligar a luz para ele dormir bem, se ficava doente precisava de remédio e de afagos de vez em quando.

Se acordava sozinho e com fome ele chorava. E se não desse atenção em uma hora dessas, ele ficava chateado. Além disso, dependendo dos cuidados e comida dada, o pequeno bichinho poderia virar espécies diferentes com personalidades diferentes.

Ele crescia e evoluía. Tinha uma função de pausa também, apesar da maioria das crianças não saberem disso e o tamagotchi acabar morrendo por falta de cuidados.

Todas essas características e complexidade o faziam ser um brinquedo muito atrativo para o público-alvo.

Todo mundo queria um

Meninas em idade escolar, que em vez de cuidar de suas bonecas, tinham o tamagotchi. No entanto, não eram apenas jovens meninas que compraram o brinquedo. Os meninos também. Crianças, adolescentes e adultos.

Naquele primeiro ano, muitas escolas japonesas baniram o bichinho virtual por distrair os alunos na hora que eles deveriam prestar atenção na aula tamanha a febre.

Variações

Depois da febre dos tamagotchis em console chaveiro, ele ganhou versão para outros formatos para ser cuidado no PC ou nos consoles de videogames, de PlayStation a Nintendo.

Depois, ganhou um reboot em 2017 ganhando cores e novos adicionais. De roupinhas a poder casar o bichinho virtual e ter filhos.

Os modelos mais novos vinham conectados com Wi-FI e acesso a um mundo virtual próprio, além de poder ser usados como um relógio como no projeto original.

Origens e história

Na época eles queriam lançar um brinquedo que pudesse ser vendido mais barato que o Gameboy, que pudesse ser produzido em larga escala para acompanhar o volume dos pedidos.

A Bandai foi a escolha perfeita, mas o produto só foi lançado após a empresa lançar uma pesquisa com estudantes meninas para saber a aceitação no mercado. Afinal, elas eram o público-alvo.

Aki Maita era funcionária da Bandai e seu nome ficou vinculado como criadora do brinquedo. Ela apareceu em entrevistas para a BBC, CNN e diversos veículos internacionais de credibilidade na época e até hoje leva créditos por conta de suas entrevistas.

A sugestão para Aki Maita ter sido creditada como criadora do bichinho virtual veio de seu criador original: Akihiro Yokoi.

O criador: Akihiro Yokoi

Akihiro Yokoi
Akihiro Yokoi em 2019. Créditos imagem: Masutani Reiko

Esta informação foi revelada após alguns anos e ele passou a contar sua história para entrevistas com aval da Bandai.

Ele teve a ideia, foi responsável pela ideação, concepção, funcionalidades e nome.

Mas, seu nome ficou nos bastidores, mas é bem conhecido pelos grupos fandoms e deu algumas entrevistas falando sobre no Japão, mas seu nome não foi projetado internacionalmente. Em 2025 de forma rara ele conversou com a BBC no podcast chamado Whitness History.

Segundo contou a empresa Bandai é tradicional no Japão e atraiu muita atenção na época. Akihiro sugeriu que a origem poderia vir de dentro da empresa para firmá-la no mercado no quesito corporativo. Então, eles pegaram uma funcionária de dentro chamada Aki Maito para dar as entrevistas na época.

Trabalhou na empresa Bandai

Akihiro Yokoi trabalhou na empresa Bandai de 77 a 87 na parte de desenvolvimento de produtos logo após se formar na faculdade.

No entanto, após uma passagem bem sucedida pela empresa, saiu para criar sua empresa WiZ. Então, a Bandai o procurou na década de 90, já que Akihiro foi o responsável pelo lançamento de um toy que vendeu 1 milhão de unidades anos antes, segundo contou para o podcast da BBC em 2025.

A versão sobre quem procurou quem difere entre informações liberadas por jornais e que consta no fandom oficial, mas colocamos aqui a mais recente e dita pelo próprio Akihiro.

Foi então, que ele deu cinco ideias de produtos. Um deles foi o tamagotchi. A ideia era lançar um pet virtual que pudesse ser usado como um relógio. Tamago (ovo) uotchi (watch – relógio). Dessa forma, as crianças teriam seu brinquedo consigo o tempo todo para dar atenção ao seu bichinho.

Desenho com a proposta do tamagotchi apresentado para a Bandai

Mas, a ideia de ser um relógio foi deixada para trás por conta dos custos com plástico. O brinquedo devia ser muito barato, era o que os executivos queriam para concorrer com o gameboy em uma época que o Japão passava pelo estouro da bolha financeira.

Cenário econômico

Na época de lançamento do tamagotchi a bolha econômica tinha acabado de estourar, por isso as condições financeiras passava por uma transformação no Japão. Por isso, o bichinho virtual não poderia custar caro.

Inspiração

O criador contou para o podcast da BBC que a inspiração veio de sua infância. Quando era criança morava em uma área rural de Chiba e gostava de cuidar de insetos e peixes.

Cada bichinho demandava de cuidados especiais e eram específicos. Por isso, queria criar essa sensação através do brinquedo.

Uma das características marcantes e que conquistou as pessoas era justamente essa. A Bandai não queria que o pet pudesse morrer, mas Akihiro bateu o pé de que esse era uma elemento importante da experiência de ter um pet.

Bichinho virtual pode morrer

Assim como um pet real, precisa de cuidados e se não cuidar direito ele morria ou mudava a sua personalidade. Afinal, um animal negligenciado muda seu comportamento.

Eles pensaram em lançar animais tradicionais, mas na época o que estava em alta eram personagens criativos e esquisitos e combinavam com a experiência de infância do criador. Por isso, a ideia de ser um alien encaixou bem, já que eles poderiam criar designs nada comuns e muito criativos.

Protótipo testado

Antes de lançar no mercado a Bandai queria alguma confirmação de que o produto venderia e por isso fizeram uma pesquisa de mercado com o público-alvo. Isso muito antes de ouvirmos falar sobre UX ou Apple, termo que ficou popularizado pela empresa americana.

Aki Maita foi a responsável por ter levado 200 protótipos para Shibuya e entregue para meninas em idade escolar. Suas respostas foram coletadas por semanas. Todas as respostas da experiência dos usuários foram usadas para fazer melhorias no produto.

Com o aval dos resultados das pesquisas em mãos, os executivos deram a liberação para lançamento no mercado e o resto vocês já sabem.

Foi uma explosão inesperada por todos. Obviamente que eles desejavam vender brinquedos, mas o que veio foi além das expectativas.

Sucesso estrondoso

Filas e filas de pessoas esperando para comprar o seu, todo mundo tinha um e quem não tinha queria muito.

As lojas tinham que conter uma manada de gente para entrar nas lojas toda vez que reabasteciam os estoques e os caixas tiveram muito trabalho naquele ano em ritmo de compras de festas de final de ano, só que fora de época com projeção internacional.

Aliás, a demanda alta acabou levando abertura ao mercado de tamagotchis piratas paralelamente em alguns países como Brasil, tendo sido vendidos em camelôs.

Mas, ao final das contas todo mundo queria mesmo o original em formato de ovo. De qualquer forma, a ideia de cuidar de um bichinho virtual já estava firmada pela Bandai.

O brinquedo de pet digital japonês foi lançado com cores diferentes fazendo eles serem colecionáveis, o que aumentava o apelo de se ter um da Bandai também.

Tipos de modelos

Uma curiosidade: Akihiro foi quem criou Digimon. No começo era para ser uma versão do toy para meninos, mas com as mesmas funcionalidades do tamagotchi, só que com batalhas. Do brinquedo virou uma franquia com inúmeros de produtos, até animação para televisão de sucesso.

Fato é que o bichinho virtual ficou eternizado por ter sido inovador para sua época com grande permeabilidade e aceitação no mercado internacional. Estados Unidos, Canadá, Austrália, China, Inglaterra, Coreia do Sul, Indonésia, Taiwan, Brasil.

Usando tecnologia, mas com montagem de peças e custo barato foi acessível para crianças e adultos de diferentes condições financeiras. Isso permitiu uma compra massiva, que ajudou sua popularidade e lucro da empresa.

Nem tudo foram flores

Segundo um dos desenvolvedores chamado Takeichi Hongo e acabou ocupando a função de diretor da empresa se aposentando em 2006, contou para a Mazemechi.Media em entrevista de 2025:

Logo após o boom, a Bandai produziu uma quantidade massiva de brinquedos, mas o furor já tinha passado. Em 1999, a empresa teve um prejuízo de 6 bilhões de ienes.

Segundo Hongo, o brinquedo ganhou uma proporção nunca imaginada. Uma época a Igreja Católica chegou a emitir que a importação do brinquedo devia ser banida, pois brincava com a vida e a morte.

Três ondas de popularidade

Essa popularidade foi retomada em 2004 com lançamento do modelo Plus com infrared. Agora a terceira onda começou em 2021 com a era da nostalgia da era Reiwa no Japão (anos 2000).

Nos anos 2000 houve uma nostalgia aos anos 90 (era Heisei) com o bichinho fazendo sucesso novamente e agora a nostalgia dos 2000 faz o brinquedo ser sucesso vinte anos depois.

Até 30% da parcela dos novos compradores vem do boom de 2004. Aliás, muitos são pais que compraram por nostalgia de sua infância e deram para seus filhos para brincarem juntos.

A geração Z está sendo atraída aos novos modelos e o item virou algo fashion para ser usado na composição do estilo.

Moda fashion

Moda Y2K tamagochi
Rapper A$aaP na moda Y2K

O responsável pelo departamento de media da Bandai Kimihiko Saito afirma que a trend veio de rappers de Los Angeles que passaram a usar nas roupas adicionando elementos de diversão na moda Y2K.

Encontro em Nova Iorque de donos de tamagotchi querendo casar seus bichinhos virtuais
Encontro em 2026 em Nova Iorque de donos de tamagotchi querendo casar seus bichinhos virtuais. Créditos imagem: reportagem CNN

Como funciona o bichinho virtual

Depois que configurar a hora (isso é importante), do ovo sai um bebê e no mesmo dia vira uma criança, depois passando para adolescência e vida adulta. A primeira versão tinha 6 versões de adultos.

Cada dia equivale a 1 ano na vida do pet virtual.

Cuidados

Os critérios de cuidados são alimentação e bem-estar, entretenimento e snacks, cuidados diários, disciplina.

Por exemplo, dar comida apenas quando a barra de satisfação acaba é um erro de cuidado. O dono deve estar atento a barrinha e ir preenchendo com alimentos saudáveis assim que ela vai ficando vazia.

Dar muitas besteiras é ruim e a barra de felicidade deve ser feita manutenção. O tempo de resposta deve ser acurado com os chamados. Deixar o local limpo, cuidar quando ficar doente e mesmo apagar as luzes para ele dormir bem.

Alimentação

Aliás, os cuidados com alimentação interferem bastante e podem fazer o tamagotchi morrer de forma precoce. Se der muita besteira ele ganhará peso e pode ficar doente.

Na primeira geração a comida principal era uma tigela de arroz e o snack era uma balinha embalada.

Erros de cuidado

Os erros de cuidados consistem em não atender aos chamados. Por exemplo, não desligar a luz para dormir, não limpar, deixar ele passar fome por tempo demais, entre outros. Os chamados de atenção ficam ON na tela por 15 minutos, se não atender ele desliga e fica um erro de cuidado.

Doenças

Mesmo com cuidados exemplares, o bichinho virtual fica doente em estágios específicos. Por exemplo, antes de evoluir. Por erros de cuidado, ele fica doente se deixar o cocô sem limpar por muito tempo.

Disciplina

O tamagotchi pode ficar mau criado e um ícone de disciplina é colocado em ação. Por exemplo, ele pode se recusar a comer ou brincar mesmo sem as barras estarem esgotadas.

Se atender aos chamados de displina de forma correta na infância, o bichinho cresce para um adulto que não fará chamados de disciplina para seu dono.

Tem uma barra que fica cheia e se o bichinho fizer um chamado e não atender mesmo com a barra cheia isso vai interferir em que tipo de adulto será.

Felicidade

Tem brincadeira dentro do tamagotchi para que ele permaneça ativo e fique feliz. No original era uma dinâmica de acertar o lado para qual ele se moveria: direita ou esquerda.

Novos modelos

Segundo reportagem do jornal The Mainichi datada de 2025, o brinquedo fará 30 anos em 2026 e por isso ele está em alta novamente no Japão.

Quase 100 milhões de unidades (98.1 milhões até março de 2025) foram vendidos a nível mundial até o momento e o lançamento de um novo modelo que ultrapassou as expectativas entre pessoas jovens de 20 a 30 anos.

Novos modelos 2026

Modelo Paradise tamagotchi
Créditos: Bandai. Modelo Paradise

Os novos modelos Paradise com custo de 6.380 ienes foi lançado com 3 variedades. A diferença está em sua tecnologia com tela de LCD cristal.

Estes modelos venderam 4 vezes mais do que o último lançamento de 2023, além de 1.5 mais do que os números projetados.

Nos últimos modelos novos adicionais estavam a capacidade dos jogadores poderem se comunicar por infrared desde 2004, telas com cores desde 2008 e Wi-Fi desde 2023. Alguns modelos tem a opção de babá para quem precisa trabalhar e tem que ficar longe durante o dia.

No entanto, para os novos aparelhos a Bandai optou por voltar a suas raízes analógicas.

Por isso, a capacidade de conexão Wi-Fi foi tirada para a comemoração dos 30 anos, mas no lugar tem a possibilidade de conectar fisicamente os aparelhos acoplando.

Zoom no Planeta virtual

Uma capacidade de imersão será possível com a capacidade de dar um zoom no planeta do bichinho virtual ao apertar o botão da parte de cima. Se acoplado a outro aparelho, poderá fazer com dois personagens interajirem entre si, casem, tenham filhos, entre outros.

Dependendo da compatibilidade eles podem não se gostar também, entrar em brigas e se tiverem com fome podem comer um ao outro.

Segundo relatos dos usuários, é bom acoplar eles quando estiverem com o nível de felicidade alta para evitar esses resultados negativos se o intuito for casamento e poder ter como resultado filhos com novas espécies desbloqueando novos personagens e variações de espécies.

Funcionalidade conexão Modelo paradise
Modelo Paradise pode se conectar. Créditos imagem: Bandai

Tama Cell

Tama Cell é a capacidade de comprimir o corpo e cuidar de uma forma diferente.

Memorial

Se uma das críticas era a de crianças em luto por conta da morte inevitável de seus bichinhos, será possível montar um memorial para homenagear e relembrar os pets que já se foram como naturalmente ocorre, já que eles vivem no máximo vinte e poucos dias.

Variações

Dependendo da genética, ambiente e cuidados, as crianças poderão ver mais de 50,000 variações. Portanto, os usuários poderão criar espécies únicas aumentando suas possibilidades de ter um pet especial com uma experiência maior.

Além da graça de poder cuidar de do pet virtual como ocorria nos modelos antigos, está na possibilidade de poder ter vários resultados diferentes, fazendo combinações, de acordo com os cuidados, se deixará eles em seus campos originais, dependendo da comida que der, entre outros.

Fábrica

A primeira loja oficial abriu em 2025 no Tokyu Plaza em Harajuku. O local é todo temático e dá uma experiência completa para fãs com muitos produtos para levar para casa.

Skins

Um dos diferenciais está nos diferentes lançamentos da marca e diferem as skins dos bichinhos com temas fofos para colecionar. A parte externa colorida ou com padronagens deixa a estética atrativa, independente do modelo.

Aliás, os modelos ao longo dos anos também ganharam diferentes shapes dentro do formato de ovo com variações de design e funcionalidades. Foram 38 até o momento.

Modelos

Modelo Uni Pet virtual japonês
Créditos: Bandai

Ao longo dos anos foram sendo lançados modelos que são bem conceituados entre colecionadores. Meets/ON, M!x, ID, 4u, V1s, V2, V3, V4, V5, Pix, Uni, Smart, Paradise, Angel, Mothra, TamagoChu, Nano, Keitai, entre outros.

Modelos

O P1 e P2 foram os primeiros. Depois quando o produto completou 20 anos em 2017 eles lançaram versões dos originais como réplicas, além das versões Mini e m!x.

Em 2018 a Bandai America lançou versões metalizadas das gerações 1 e 2 na Comic Con de San Diego.

Durante os anos no Japão saíram muitas colaborações com empresas como McDonalds, Lotte, Supreme, entre outros com diferentes padronagens do ovo e personagens.

Collab Kuromi

Exposição

Por conta da comemoração dos 30 anos, a marca fará bastante ativações no Japão. Além da loja, dos lançamentos e novos produtos, uma exposição no museu Roppongi está acontecendo.

Os visitantes entram de forma imersiva no planeta dos bichinhos virtuais. Eles prepararam instalações imersivas com apresentação de artes em colaboração com artistas. O evento começa em Roppongi, mas vai passar por outras cidades do Japão como Osaka, Nagoya e Ibarakai.

Personagens clássicos

Personagens bichinho virtual

Os primeiros personagens principais que vinham no tamagotchi original de 1996 eram 2: Mametchi, Mimitchi e depois Kuchipatchi na segunda geração no lugar do mimi.

Destes dois derivavam-se mais dois de cada, conforme cuidados. De mametchi tinha o ginjirotchi e maskutchi.

Do kuchipatchi vinha o noyorotchi e o tarokotchi, o menos saudável de todos. Tinha ainda personagem secreto Oyajitchi que precisava de disciplina 100% entre as idades 9 a 12 derivado do maskutchi. Depois de ter a barra 100% nestas faixas etárias, ele ficará doente e se transformará.

O mametchi era o resultado de pet que dava quando se dava carinho e cuidado adequados, sendo o mais saudável e longevo. Com orelhas arredondadas, olhos arredondados e cabeça grande, ele é fofo.

Sua personalidade é marcada pela sua inteligência e forma de se comunicar educada. Esta era uma forma muito difícil de conseguir com donos bem disciplinados. Esta é uma versão que não aparece se for negligenciado na infância, por exemplo.

Ele também é o personagem do filmes, animações e presente através de mascotes nas lojas e exposições.

Kuchipatchi é verde e redondo com personalidade descompromissada, gentil e preguiçosa. Ele é romântico e se deixa levar pelos sonhos e gosta muito de comer. Ele é o pet virtual que se desenvolvia a partir de pequenos erros de cuidado e disciplina.

Mimitchi é um personagem da segunda geração. Sua cabeça se integra com seu corpo, possui orelhas longas de cor escura e braços pequenos.

Ela tem QI de gênio, adora matemática, ler e escrever. Uma de suas comidas favoritas é macarrão com cenoura. Mimitch substituiu Mametchi na segunda geração como o ser mais saudável quando todos os cuidados são perfeitos.

Efeito tamagotchi

Antes mesmo da era tecnológica despontar, as pessoas já experimentavam afeto e apego a um ser que não existia. Este fenômeno é chamado de efeito tamagotchi mostrando que os humanos podem se conectar usando a tecnologia.

História

Os pequenos bichinhos não são do planeta Terra. Eles viviam de forma pacífica, mas por conta de um incidente em sua terra natal que foi transformada em uma gigante garrafa de saquê, eles entraram em sua nave espacial e foram parar aqui. Para sobreviver eles moram no aparelho tamagotchi.

Agradecemos por ter lido nosso artigo até o final. Se gostou, deixe sua visita em nosso site em dia. Temos sempre conteúdos sobre o Japão para promover intercâmbio cultural.

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