Medidas restritivas na fronteira do Japão faz visitas caírem drasticamente
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Visitas no Japão em maio tem queda de 99.6% por causa de medidas restritivas de fronteira

Comparativo com ano não pandêmico de 2019. Confira algumas medidas que o Japão adotou em sua fronteira

Por causa das restrições rígidas do combate a pandemia de coronavírus no Japão, o número de visitantes estrangeiros caiu drasticamente. Em comparação com 2019, houve uma queda de 99.6%, segundo dados divulgados pelo governo.

Teste PCR sendo conduzido no aeroporto do Japão
Teste PCR sendo conduzido em ala de testagem de aeroporto no Japão

Antes de 2020, o turismo no Japão estava em alta, mas a pandemia complicou o setor, já que receber visitantes de outros países se tornou perigoso para o alastramento de coronavírus e as orientações de isolamento social. Por enquanto, as leis na fronteira japonesa são rígidas.

Leis da fronteira japonesa durante pandemia

Segundo o site do Ministério de Assuntos Estrangeiros do Japão, as atuais medidas de controle de fronteira foram colocadas para evitar que as novas variantes se espalhem pelo Japão.

Cidadãos japoneses e estrangeiros residentes, assim como esposa ou filho de um cidadão japonês, esposa e filho de um residente permanente ou residente a longo termo deverão passar por etapas rígidas.

Até o momento, a lista engloba os seguintes países:

Ásia

Bangladesh, Butão, Cambodia, Índia, Indonésia, Malásia, Ilhas Maldivas, Mongólia, Nepal, Paquistão, Filipinas, Siri Lanka, Tailândia, Timor-Leste.

América do Norte

Canadá e Estados Unidos da América.

América Latina e Caribe

Argentina, Antigua e Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, El Salvador, Granada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Santa Lúcia, Suriname, Trinidade e Tobago, Uruguai e Venezuela.

Europa

Albânia, Andorra, Armênia, Áustria, Azerbaijão, Bielorrússia, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Croácia, Chipre, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Georgia, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Cazaquistão, Kosovo, Quirguistão, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Moldova, Mônaco, Montenegro, Nova Zelândia, Macedônia, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, San Marino, Sérvia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suíça, Suécia, Tajiquistão, Ucrânia, Inglaterra, Uzbequistão, Vaticano.

Oriente Médio

Afeganistão, Bahrein, Botsuana, Cabo Verde, Camarões, África Central, Comores, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Djibouti, Egito, Guiné Equatorial, Suazilândia, Etiópia, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Quênia, Lesoto, Libéria, Líbia, Madagascar, Malawi, Mauritânia, Ilhas Maurício, Marrocos, Namíbia, Nigéria, República do Congo, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Seychelles, Serra Leoa, Somália, África do Sul, Sudão do Sul, Sudão, Tunísia, Zâmbia, Zimbábue.

Medidas

Japoneses e estrangeiros residentes vindos da lista de países deverão apresentar um teste negativo de COVID-19 feito dentro de 72 horas antes do desembarque. Quem não tiver o teste não poderá embarcar no avião com destino ao Japão.

Outro teste é feito no desembarque, além de ter que ficar 14 dias em um local designado e não poder usar transporte público. Esta medida está ativa desde o dia 8 de janeiro.

Desde o dia 14 de janeiro de 2021, japoneses e estrangeiros que chegarem destes países deverão ficar em contato com centros médicos, além de aceitarem agir de acordo com a lei de quarentena.

Além disso, quem esteve em países que tem a variante B.1.617 deverá passar por medidas mais rigorosas além das descritas acima.

Após chegar ao Japão, cidadãos japoneses ou estrangeiros deverão ficar por 3 dias em um local designado e passar por outra testagem no terceiro dia. Aqueles que tiverem o teste negativo poderão sair desse local e poderão ir para casa para ficar 14 dias de quarentena.

Aqueles que chegarem de países com muitos casos de coronavírus deverão passar por testes no terceiro e sexto dia após chegar ao Japão, além de ficar isolado em um local determinado. Quem tiver o resultado negativo para os dois testes poderão ser alocados para uma estação de quarentena e passar pelo período de 14 dias de isolamento.

Já os viajantes que chegarem de países que a variante indiana está presente deverão ficar dez dias em um local designado pelo Chefe de estação da quarentena. Para sair deverão ter o resultado negativo no terceiro, sexto e décimo dia após entrar no Japão. Depois, deverão ficar isolados em quarentena mais 14 dias.

As medidas estão sofrendo atualizações constantes, assim como a lista de países conforme o coronavírus avança e novas variantes são identificadas. Inclusive, algumas regiões foram adicionadas no decorrer do mês de junho de 2021.

Para maiores informações, acesse o site oficial do Ministério de Assuntos Estrangeiros do Japão com todos os requisitos e medidas atuais para proteção contra COVID-19 da fronteira japonesa: https://www.mofa.go.jp/ca/fna/page4e_001053.html

Fonte da notícia principal: https://english.kyodonews.net/news/2021/06/31c29267dc62-japan-visitors-down-996-in-may-from-2019-on-tough-border-controls.html

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